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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Comentários do Sicário em "Repassando: Aconteceu na Paraíba!"

Pois é, amigo Jaba.
Como é que nós vamos conseguir alertar uma população dominada por tamanha imbecilidade e que é incentivada, invariavelmente por uma imprensa mundialmente idiotizada.
Tem um compositor gaúcho cujo irmão morreu durante a dieta militar que escreveu numa canção, criticando o fenômeno Menudo nos anos 80, a seguinte frase:-cada povo tem o novo que merece e o menudo vem com tudo e com razão...
Acredito que pode-se fazer uma variação da letra, em "homenagem" à quadrilha no poder, ao jovem Facebookson e seus pais. Baseada na música do comuna, escrevo:- cada povo tem o novo que merece e o PT vem com tudo...e com razão.
Essa falta de inteligência, de senso do ridículo do brasileiro, entre um facebookson e uma Luiza, o Brasil se afunda.
Se o criativo e imbecil casal tivesse se conhecido num cabaré, poderiam chamar a criança de Lulason, Genoinoson, Vacarezason, petistason.
abs.

Sicário 
Olá Sicário,
É isso aí!
Como disse em linhas anteriores, é mais fácil tirar essa turba do poder, pelos meios políticos ou não, do que o depois, ou seja, cuidar e tratar dessa imbecilidade e atos outros, de outros da sociedade, já carcomidos pelo viés criminal, que já tomou conta do País e se tornou, no cotidiano, aceitável, como se "lícito e comum" fosse.
Nesse período de ausência, que ainda deve continuar por mais uns dias, não fiquei alheio aos fatos daqueles que não orbitam no poder, como, também, das confissões do governo com relação aos seus crimes- refiro-me à greve na Bahia, já terminada - e aqui no Rio, com excessos do governo estadual (o governador do Rio não merece linhas) - que mereceu do Zé Mané bahiano e da inominável, a adjetivação de organização criminosa, como se os próprios não fossem, no passado, e nos dias atuais, uma organização criminosa.
É muito triste ver o que acontece no País; creio tenha chegado a hora de mandar a turba para o lugar de costume, e de cuidar dos arruaceiros que agridem a outros e que destroem instalações de "terceiros", como, também, cuidar destes “terceiros”, "do setor privado, que sobrevivem nas graças governamentais".
Por sua vez, o Supremo, ontem, abriu uma discussão com relação à retroação da Lei da Ficha da Limpa à atos pretéritos, ou seja, ocorridos antes da edição da referida Lei. Bela jogada por quem sustentou a tese, a “nova” do STF; bela jogada que difere do que explicitamente fizeram no caso do bandido italiano. Bela jogada porque deixou para os insurgentes das togas a defesa da tese constitucional de que a lei nova somente se aplica para fatos que venham a ocorrer a partir de sua edição, que é o juridicamente correto. Salvam-se, pois, o Partido dos Trapaceiros e os seus “novos amiguinhos de infância”. Na sua costumeira mentira de defesa dos princípios e dos seus "novos amiguinhos", surge a “defesa da moralidadade” contra o Supremo, porque assim disse o Supremo, a quem não chamo mais de Supremo (já se vai algum tempo), e assim seguem a ignomínia criminal e as mentiras perpretadas por um podre governo podre.
É, meu amigo: a coisa está feia! Acredito, porém, que a paz está próxima.

Abs.,

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Repassando: Aconteceu na Paraíba!

Aconteceu nas belas terras paraibanas, e não dava para esperar o amanhã:
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NÃO PODEMOS PENSAR QUE JÁ VIMOS DE TUDO......IMPOSSÍVEL!!!!!!!!!!!! 
PARECE PIADA MAS É VERDADE. INFELIZMENTE !

Casal da Paraíba batiza o filho como “Facebookson” e causa polêmica no mundo!

Como muitos casais modernos, o motoboy Anderson Cerqueira e a auxiliar de escritório Janete dos Santos se conheceram por uma rede social. Os dois casaram-se e tiveram um bebê lindo, que nasceu saudável no último sábado. O conto de fadas contemporâneo tinha tudo para ficar no anonimato não fosse por um detalhe: os dois batizaram o bebê com o nome de Facebookson, em homenagem à rede na qual se encontraram pela primeira vez. Anderson contou que teve que ir a dois cartórios antes de conseguir registrar a criança.


“Eu queria chamar de Facebook, mas eles disseram que não pode dar nome estrangeiro, então eu coloquei Facebookson, porque eu sou Anderson”, explicou ele.

A história ganhou o mundo depois que o jornal americano Daily Bulletin (na foto, o pai com o exemplar), de Los Angeles, publicou o caso. 
Nas redes sociais, o casal foi alvo de críticas. Para muitos, o episódio reforça a popularização do Facebook no Brasil. A matéria, publicada na editoria de economia, usou o caso como exemplo de como a rede de Zuckerberg está avançando inclusive no Brasil, onde o domínio do Orkut era absoluto.
 
Alheio a toda a polêmica, o pequeno Facebookson dormia tranquilo no colo da mãe. Resta saber se até ele ficar adulto, o Facebook
 ainda terá o prestígio que tem hoje.
Comentário: Ainda bem que foi menino. Se fosse menina, seria Facebok
ete, em homenagem ao nome da mãe: Janete 
!
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JB01 por e-mail

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Supremos ...


(Frank, Os Diaristas)

Em tempo


O “Em tempo”, tem a ver com a matéria anterior.

Há pouco acabei de assistir no noticiário da Record que a Polícia de São Paulo, talvez tardiamente, tardiamente no que toca ao meu conhecimento quanto ao resultado e informação dos trabalhos policiais, desbaratou quadrilha que desviava, roubava remédios para tratamento de câncer, rendendo alguns milhões de reais.

Roubar ou desviar remédios para tratamento de câncer é ph .... !

Aí reside o que falei anteriormente: baita trabalho será o de fazer com que a “sociedade”, parcela dela, já contaminada pelos crimes diários dos prófugos, e do ganho fácil, carcomida no que respeita aos princípios, volte a considerá-los, os princípios e valores, como normas de conduta.

Deixando de lado a utopia, continuo a contrariar Platão: os vivos ainda presenciarão o fim de toda essa criminalidade, e sairão vitoriosos no seu sonho real.

Ausente por um período


Por motivos outros, ficarei ausente por um período, retribuindo, assim, o tempo a quem me honrou com a leitura de minhas linhas.

Para que não caiam no esquecimento, as últimas de um podre governo podre: o líder do PMDB ameaça o governo com a convocação do novo dos mal feitos, nova figura criminal “a justificar consultorias milionárias”, ao Congresso, caso se promova a abrupta retirada “do amiguinho” do DNOCs antes do pronunciamento do TCU, e Negromonte já caminha para descida do monte.

Enquanto isso o STF iniciou, ontem, o julgamento da constitucionalidade normativa de alguns artigos da Resolução 135 do CNJ, origem de embate de final de ano entre órgãos de classe e do judiciário, os quais, se analisados com imparcialidade e sem rompantes exacerbados, alguns podem até ser considerados inconstitucionais por força mesmo da ausência de competência jurisdicional ao CNJ. Hoje a sessão de julgamento terá seguimento; pretendo assisti-la para bem compreender as razões de alguns que se utilizam de trejeitos ou atos outros para se manifestar, e de outros que apreciam o rebuscamento ou o modo simples de se posicionar, para ver no que vai dar.

A Corte já teve a sua credibilidade arranhada em passado recente, quando deixou na “dormitância” processos tão ou mais importantes quanto aqueles que os atropelaram no baile das togas, tais como os que esfacelaram a Constituição e Tratado internacional, negando-se pedido de extradição do bandido italiano, que permitiram a apologia ao consumo de drogas – marcha da liberação da maconha – e que promoveram o esfacelamento do instituto “família” na pretendida modernidade intelectual de apoio à viadagem, em detrimento de valores morais e éticos.

Enquanto isso, mais, o governo, utilizando-se do BNDES, enterra baita grana nas terras dos Castros, para construção de um porto, grana que bem poderia ser aplicada nos pilares de desenvolvimento de uma sociedade não corrupta: saúde e educação. Mas isso é mero detalhe.

E por ser mero detalhe, tirar essa cambada de prófugos do poder, como disse em outras linhas, não será tarefa tão difícil como a do que se fazer depois com uma “sociedade” por ela já contaminada, isso sim um baita trabalho de recuperação de princípios, porquanto e por enquanto o que vale é o mote: “dê-se ao povo samba e carnaval, praia e futebol, cerveja e depravação, vinténs para muitos e boa bufunfa para alguns; do resto nóis cuida!”

Há de se contrariar Platão quando dizia que "apenas os mortos viram o fim da guerra": os vivos ainda presenciarão o fim do desastre e da destruição em curso no País, e o início da recuperação dos seus valores.

Até breve!