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segunda-feira, 20 de maio de 2013

going to be closed ...

Em função da morte de meu Pai, será mantido luto até a missa de sétimo dia, após a qual todos os meus blogs serão encerrados.

Agradeço a todos que os acompanharam, como seguidores ou não, a todos que opinaram ou não, enfim, a todos que me honraram com suas visitas, desejando que tenham paz em seus corações.

Já disse um dia que a vida é simplicidade, honra e respeito, ensinamento de um cearense que já se encontra nos braços de Deus, abençoando sua família.

Meus respeitos e até um dia.

Flávio Bastos
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Observando o sono eterno de meu Pai, disse-lhe que se acalmasse, porquanto a sua viagem, diferentemente do que apregoavam os egípcios, não seria solitária; outros que também por lá dormiam o acompanhariam na travessia, novo grupo, novas conversas, nova vida, talvez encontrassem outros grupos, outros (des)conhecidos, outras conversas.
Disse ao Grande Espírito que, tão certo como uma flecha certeira, Honrado e Grande Guerreiro caminhava ao Seu encontro, que o Recebesse em Seu Conselho e Acalmasse o seu Espirito, guardando-me um lugar ao seu lado, porque em breve estaria com ele.
Que Deus o abençoe e o guarde meu Pai.  

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Acinte em curso?

Noticiário de hoje:

Lewandoswski e Gilmar Mendes, ministros do Supremo (o primeiro revisor do processo do mensalão), dizem que os embargos de declaração apresentados pelos apreciados réus, podem mudar decisão condenatória da Corte, favorecendo-os caso se lhes dê o caráter de infringentes. 

Isto quer dizer: caso admitam e reconheçam a existência de tamanho erro nas disposições condenatórias, os réus poderão ser beneficiados com a redução das penas então impostas; quem sabe, até absolvidos ...

Aí a coisa fica feia! 

Congresso 190

Ontem, dia 7 de maio, o Congresso Nacional completou 190 anos de criação sobrando, na festividade festiva, lugar para as seguintes idiotices:

- Renan Calheiros (presidente do senado): “Sem o Congresso, haveria muito mais injustiça social. Este Congresso nunca faltou, nem nunca faltará, à sociedade brasileira."

- Henrique Alves (presidente da câmara): “Nunca vivemos um período mais longo de democracia”.

A festividade seria realmente festiva, se lá não perdurasse a contumaz falta de vergonha.

terça-feira, 7 de maio de 2013

E o Engenhão?

Apesar do laudo dos tedescos, apontando riscos de queda da cobertura do Engenhão, quando submetida a ventos de 63km/h, os de ontem, pela manhã, aqui no Rio, atingiram 95km/h, e o estádio continua de pé.

Independente da ainda interdição do estádio, e dos inquestionáveis títulos obtidos pelo Botafogo neste último domingo, o futebol aqui do Rio permanece nas "beiras" da mediocridade. Espero que o distinto tricolor vença amanhã a turma do Emelec e continue na Libertadores, de preferência com o retorno de um bom futebol.

É disso que o povão gosta! Futebol, praia, cerveja, carnaval e bolsas do governo; indignação quanto à podridão, que envergonha o País, só para os idiotas, como nosotros. 

Hipocrisia com o "di menor"

Por conta de crimes contra à vida, recentemente praticados por menores, retornou-se à discussão quanto à redução da maioridade penal, como se isso, no universo das cabeças pensantes, fosse suficiente ou se constituísse como elemento inibidor para a prática de futuras abominações.

A discussão deveria cingir-se à proteção da sociedade, e não a de criminosos, tão a gosto de quem com eles se identifica.

O menor que comete crime contra a vida deveria ser julgado como se adulto fosse, agravando-se a pena considerando-se os meios empregados - tal como o ocorrido na morte de jovem dentista paulista, queimada viva por um volume de fezes andantes, só para ver como seria - ficando encarcerado pelo máximo da pena, acrescida do que a agravar.

Para que isto funcionasse, evidentemente tinha que se acabar com os tratamentos diferenciados entre crimes praticados por menores e por não menores, com os sofismas psiquiátricos e psicológicos que procuram justificar os crimes por estes praticados e dar-se um basta nas benesses penais, tais como regime de progressão e outros sentimentalismos voltados para a bandidagem, como a vergonhosa bolsa preso e o pretendido presídio 5 estrelas - PL 2230/11. Como a Constituição abomina a pena de morte - que seria a mais apropriada para esses casos -, a cana do vagabundo, seja ele menor ou não, deveria ser aquela então prevista em lei, a ser cumprida em sua totalidade, abstraindo-se, por corolário, dos judiciosos pronunciamentos judicantes comumente voltados à defesa dos direitos dos criminosos.

Durante o "movimento dos di menor", foi presa uma dupla de assaltantes de mansões na capital paulista, vinda lá do Chile, a qual, respondendo a pergunta de um repórter, disse que a lei brasileira é mais frouxa do que a do seu País de origem, daí que "por aqui nóis roba".

E, mesmo com essa verdade verdadeira, continua-se com as demagógicas posições, protetivas da explicita criminalidade, porquanto vítimas e familiares, mais a sociedade, nada mais são do que mero detalhe ...

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Passado, presente e, quem sabe, sem futuro

Chega a ser hilário, mas a coisa é séria: dejetos do passado, dos quais alguns atualmente permeiam por onde não deveriam estar, justificavam os crimes praticados contra o Pais e a sociedade, com os seguintes argumentos, entre outros:

- não existe liberdade no país. A censura é exercida para coibir a atividade intelectual;

- a inflação prossegue desenfreada; há demasiado dinheiro em poder dos capitalistas;

- a corrupção campeia o governo; não há que se estranhar que os maiores corruptos do país sejam ministros e membros do governo que vivem como príncipes ...

Estas sandices, de cheiro inapropriado, foram escritas em 1968; qualquer semelhança com os últimos 12 anos de profunda crise de valores, não é mera coincidência, mas retrato dos intestinos interesses de inqualificável malta, então travestida de guerrilheiros, que amealhou outra tanto de abestalhados, para os criminosos intentos, e que hoje persistem com uma nova horda de novos abestalhados, que não possuem nenhum compromisso com a história e a sua verdade.

Se o País era aquilo contra o qual desencadearam a onda criminosa passada, a onda criminosa atual em nada destoa daquilo contra o que elegeram como bandeira de luta, pretendida camuflar no contínuo desrespeito à memória nacional e aos seus mortos, através de algo chamado de comissão nacional da vergonha.

E o futuro ...? No futuro ... quem sabe, não se deixem ao abandono "os falsos ídolos", promotores de sofrimento e morte, desgraça e corrupção ...